Publicado por: Laboratório de Limnologia/UFRJ | 27 de março de 2014

Da imensidão do Cosmos à um pequeno ponto pálido azul

 

Uma das principais características do ser humano é a curiosidade. Desde os mais antigos tempos nos questionamos sobre a nossa origem, nossa história e tudo o que nos cerca. Somos questionadores por natureza.

Ao longo de nossa existência estamos sempre buscando aprender e desvendar os mistérios que nos cercam. Existem muitas formas para tal, mas acredito que nada intriga mais uma pessoa do que as descobertas feitas pela ciência. Muitos de nós ficamos pasmos, estranhamos as ideias, os nomes dados aos fenômenos e partículas e, sobretudo, às possibilidades que a ciência nos apresenta. Se você duvida, basta assistir a um filme de ficção científica ou uma série nerd…são pistolas laser, canhões de hádrons e voos a velocidade da luz.

E não pára por aí! Quem nunca pensou em viajar na velocidade do luz? Quem nunca pensou em viajar no tempo, para o futuro ou o passado? São todas possibilidades previstas pela ciência, ainda que em uma realidade muito distante. Mas por que não pensar em tudo isso? Por que não usar nossa imaginação e pensar no que poderia ser?

Na década de 80, Carl Sagan apresentou um documentário chamado “Cosmos”. Foi algo único para época e, até hoje, uma referência na divulgação da ciência, da física e da biologia. O documentário abordou a história do universo – do Big Bang aos dias de hoje, a origem e natureza do sistema solar e das leis da física, a origem da vida no Planeta e tudo o mais.

Mas a ciência avança rápido e depois de três décadas, o astrofísico Neil deGrasse Tyson, pupilo de Carl Sagan, retorna ao Cosmos com as últimas descobertas sobre o nosso universo e nosso planeta. O documentário está no ar toda quinta-feira, no canal National Geographic/FOX, sendo exibido as 22:30. Ok…é TV a cabo…mas se você não tiver, não desanime: a FOX  deixa em seu site todo os episódios exibidos, na íntegra. Para ver é só clicar aqui.

A ciência avança a passos largos. Não existe verdade absoluta, nem respostas definitivas: é uma disciplina que se constrói sobre si mesma. É uma disciplina que avança sobre nossas aspirações, curiosidades e imaginação. E, como tal, não tem limite para onde pode nos levar.

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