Publicado por: Adriana Rocha | 27 de agosto de 2015

Iniciação Científica no Ensino Médio

Alguns meses atrás os novos alunos de Iniciação Científica escreveram um post neste blog se apresentando e contando suas impressões sobre o estágio no laboratório. E vejo muitos deles com o mesmo entusiasmo e isso é bom!

O nosso grupo é muito grande e sempre temos novos alunos que aparecem, experimentam, uns permanecem e outros seguem seus caminhos.

Dentre esta “leva” de novos alunos temos ainda uma aluna, que já está conosco desde o fim do ano passado, que também está tendo sua primeira experiência na pesquisa.

“Eu sou aluna do ensino médio e desde o ano passado participo da ICJ. Através de um programa da escola pude ter essa oportunidade e agora eu realizo um estágio no laboratório. A experiência tem sido ótima, pois consegui ter contato com a área de pesquisas e produção de conhecimento científico, antes desconhecidas para mim. Além disso há a possibilidade de vivenciar na prática o que na escola só podemos na teoria. Quando iniciei pensava que esse tempo pudesse me ajudar a descobrir o que cursar na faculdade, eliminar algumas dúvidas e posso dizer que fui bem-sucedida nesse quesito. Com o estágio eu só aprendi e não me arrependo de tê-lo começado. Com certeza recomendo a quem futuramente queira participar.

Julia Farias”

 

O que diferencia a experiência da Julia dos outros alunos é que ela ainda está cursando o Ensino Médio, está no segundo ano no Colégio Pedro II. Ela faz parte do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica para o Ensino Médio – PIBIC- EM, que tem como objetivos:

  • Fortalecer o processo de disseminação das informações e conhecimentos científicos e tecnológicos básicos, e
  • Desenvolver atitudes, habilidades e valores necessários à educação científica e tecnológica dos estudantes

Os docentes das universidades cadastram seus projetos para receberem os alunos e as escolas inscritas no Programa indicam os alunos. E assim, a Julia entrou para o nosso grupo e vem desenvolvendo suas atividades, realizando experimentos, participando da manutenção do cultivo de organismos, acompanhando análises químicas e estudando Limnologia. Com interesse, entusiasmo e muitas perguntas.

Mais do que “despertar a vocação científica” de alguém que ainda está pensando na carreira que vai seguir, esta experiência permite que o aluno conviva num ambiente de pesquisa, que ele vivencie e entenda o seu funcionamento, acompanhando a rotina de pesquisadores, professores e outros alunos.

Este primeiro contato, ainda que precoce, é fundamental para a formação do aluno oferecendo oportunidades de experiência na área que se deseja seguir, ajudando a construir a difícil decisão de escolher a profissão.

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